Hoje praticamente todas as pessoas estão no Facebook. Se não estão, já tiveram, ou tem um amigo, parente que tem e sabe o que é. Mas demorou um bom tempo para engrenar e se tornar a rede social mais acessada no mundo. Vamos dar uma passeada na história de Zuckerberg e companhia.

 

O começo em Harvard

Tudo teve início em outubro de 2003, na universidade de Harvard, quando os estudantes de computação Mark Zuckerberg, Eduardo Saverin, Dustin Moskovitz e Chris Hughes iniciaram um aplicativo com o nome de Facemash. Ele tinha uma função muito prática: classificar quem era sexy ou não na universidade. Era bem simples: apareciam duas fotos lado a lado e o usuário decidia qual das duas pessoas era mais bonita. As imagens utilizadas eram do próprio arquivo da instituição, o que causou sérias acusações de invasão para o criador.

A universidade fechou o sistema dias depois, ameaçando um processo e a expulsão de Mark, mas todas as acusações acabaram sendo retiradas.

 

The Facebook

No início de 2004, Zuckerberg lançou oficialmente The Facebook, um novo site com a mesma ideia. A princípio era permitido apenas para estudantes de Harvard, mas depois mais universidades e escolas começaram a participar da rede.

Nessa época, Sean Parker, fundador do Napster se aproximou do fundador e assumiu o papel de investidor, assumindo a presidência da empresa, mudando o nome para apenas “Facebook”. Nessa mesma época o brasileiro Eduardo Saverin, uma das pessoas a frente da rede, foi limado por Zuckerberg e Parker.

Em 2006, o visual mudou ficando próxima ao visual clássico, com a barra azul no topo e o fundo branco. Na mesma época foi implantado o feed da página, mostrando tudo o que era publicado.

Já em 2007 foi adicionada a função de utilizar o celular e publicar imagens. Também foi acrescentada a função de integração com aplicativos como jogos, sites de viagens e outras redes.

Muitas novidades

No ano seguinte, muitas novidades foram acrescentadas. Um novo design, sendo chamado de “Novo Facebook”, o uso das abas, o bate papo e a tradução total para o português do Brasil.

A rede começou a ter lucro pela primeira vez no ano de 2009, quando também foi criado o botão Curtir. Houve uma tentativa de fazer uma versão “lite” da rede, que acabou não dando certa e foi cancelada.

Para navegar ainda melhor em navegadores, em 2010, o visual ficou mais clean. Também é dessa época a ferramenta de reconhecimento de rostos, que aumentou o compartilhamento de imagens e a marcação de amigos em fotos. Também começou a se trabalhar o check-in e as enquetes na plataforma.

 

Google contra ataca

Com o crescimento da rede de Zuckerberg, em 2011, o gigante Google resolveu criar um concorrente: o Google+. Ao contrário do que se esperava, a rede não fez nem cócegas. Enquanto isso, o Facebook criou a Linha do Tempo, organizando o conteúdo do feed de notícias em ordem cronológica. No mesmo ano, Zuck e companhia abrem um escritório no Brasil.

 

Ahá, Uhuu, o Instagram é nosso!

Com o crescimento, a rede adquiriu o Instagram, aplicativo de fotografias no ano de 2012. No mesmo ano, começaram a exibir anúncios na linha do tempo dos usuários, arrecadando cerca de 3.7 milhões de dólares. A empresa também abriu capital e virou uma empresa pública, sendo avaliada em mais de 100 bilhões de doletas.

Em 2013, os acessos pelos dispositivos móveis ao Facebook superaram os acessos pelo computador. Com isso, os investimentos em smartphones aumentaram. Outra novidade apresentada nesta época foi o Graph, sistema de pesquisas de conteúdo usando dados de amigos e outros usuários.

 

Novidades que não páram

Nos anos seguintes, a rede lançou aplicativos focados em negócios, como o Pages, que servia como controle de páginas de empresas, que posteriormente migrou para o que hoje é chamado de Business. Uma ferramenta completa de gerenciamento de anúncios e publicações para empresas, como já falamos aqui.

Neste ano, o aplicativo adicionou o “Sua História”, uma função parecida com o que o Snapchat oferece, com possibilidade de publicar fotos e vídeos, incluindo os filtros animados.

 

Influência

A influência do Facebook é inegável em todo o mundo. Ela derrubou redes solidificadas como o Orkut, Myspace e se manteve firme diante de desafiantes como o Google+. Comprou redes que o ameaçavam como o Instagram e WhatsApp. Quando não conseguiu comprar (como o Snapchat), criou ferramentas parecidas em suas redes com o objetivo de minar os concorrentes.

Atualmente o número de usuários chega perto de 2 bilhões, com esse número aumentando a cada dia. O seu aplicativo de mensagens já tem a mesma quantidade o WhatsApp, por exemplo (1,2 bilhão de usuários).

 

Lucros

Diferente de redes que não obtiveram sucesso em lucrar (Twitter, Snapchat), o Facebook consegue se manter firme. Desde sua fundação, os lucros também vão bem, obrigado. A empresa fechou o ano passado com US$ 10,22 bilhões de lucro. Houve um crescimento de suas receitas em 54%, comparado com o ano anterior, chegando a US$ 27,64 bilhões. No início deste mês, segundo a própria rede, comemorou o número de anunciantes que passou dos 5 milhões.

Isso mostra que é inegável a importância da rede para os negócios de hoje, gerando lucros para ela mesma e para quem investe nela. Dentro de sua própria plataforma existem diversos casos de sucesso de empresas que conseguiram bons resultados anunciando para seus usuários.

 

O que achou da história? Saiba também a importância de se ter um Facebook corporativo.