Uma pessoa que tem características tão bem definidas de personalidade, que é impossível compará-la com outra. Você provavelmente já conheceu alguém assim, certo? Às vezes, é um vizinho, um amigo, um familiar ou qualquer criatura que tenha participado da sua vida em algum momento. 

É tomando essas pessoas reais com características únicas como base que os especialistas em marketing conseguem criar personas para orientar suas estratégias. Mas não se preocupe: a ideia não é trazer aquele tio chato que só comenta que você engordou toda vez que te vê ou aquela prima que só reclama da vida.

Uma persona para estratégias de marketing até pode ter características relacionadas à dúvida, curiosidade, frustração, expectativa, entre centenas de defeitos e qualidades humanas, mas cada uma delas estará relacionada ao produto, ao serviço ou ao conteúdo oferecido pela sua empresa.

Em outras palavras: uma persona é uma pessoa fictícia com características de um provável comprador — e não de um mala sem alça.

 

Criando uma persona para a sua estratégia marketing

Se você está pensando que para criar uma pessoa fictícia é só deixar aflorar aquele Steven Spielberg que existe dentro de você, pare onde está. Infelizmente, seu sonho de criar o novo Marty McFly para o “De Volta para o Futuro 4” ficará para a próxima.  

Em marketing, uma persona não pode ser criada com base em uma imaginação fértil ou em suposições e palpites, entende? Na verdade, a única maneira de acertar é utilizando características de pessoas reais, que já interagiram com a sua empresa em alguma ocasião.  

Vamos supor que você, amigo leitor, é dono de um pet shop online e precisa criar personas para direcionar o produto certo para o consumidor certo.  Qual é o primeiro passo para essa tarefa? Imaginar uma pessoa com uma poodle cor de rosa e supor que ela só compra sachês de filé mignon?

Claro que não! O primeiro passo é fazer pesquisas com pessoas reais, donos de animais reais, que possuem necessidades específicas de acordo com a sua idade, estilo de vida, profissão, renda, preferências e interesses.

Sabe o que é uma boa ideia para isso? Distribuir breves questionários entre seus consumidores em troca de um brinde, desconto ou material gratuito. Com base nas respostas, você poderá conhecer as verdadeiras características dos seus compradores para criar personas bastante realistas. Se liga no exemplo:

Lúcia tem 35 anos, é gestora de contas em uma multinacional e possui três cães labradores. Ela passa a maior parte do tempo trabalhando, mas se preocupa em cuidar da alimentação dos seus “filhos de 4 patas” e está sempre em busca de novas opções de rações e suplementos que possam contribuir para a saúde deles.

Seu objetivo é ter cães bem dispostos e cheios de energia para brincar em um parque nos fins de semana, quando ela finalmente tem tempo livre para lhes dar atenção. Apesar de gostar de adquirir os melhores alimentos para seus cães, ela sempre fica com o pé atrás ao ser apresentada a novas marcas e produtos.

 

Evitando erros na hora de criar sua persona

No exemplo acima, vimos que uma persona deve ter características de pessoas reais, e não de um “amigo imaginário”. Além disso, é fundamental incluir metas e eventuais objeções para a compra, já que, assim, você estará se antecipando às dúvidas e necessidades do seu provável comprador — e, no fim, poderá dizer “não contavam com a minha astúcia!”.

Também é importante não cometer erros como pesquisas rasas durante a coleta de perfis e personas com excesso de características. As informações devem ser realistas, claro, mas detalhes que nada têm a ver com o que você oferece são absolutamente dispensáveis. Se você pretende vender produtos veterinários, não faz sentido incluir a cor do cabelo ou a marca do carro de uma persona, não é?

Agora que você já sabe a importância da persona para sua estratégia de marketing, que tal confiar em uma empresa especializada, como a Amblard? Até o próximo post!

 

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